Oportunidades Bolsas de Investigação/Bolsas Pós-Doutoramento no INESC TEC, Porto/Portugal

Prezados Senhores,

O INESC TEC é uma Instituição de excelência de P&D localizada no Porto, Portugal. Estamos, neste momento, recrutando jovens pesquisadores com um perfil satisfazendo os requisitos constantes dos seguintes anúncios.

  • Referência: AE2017-0236 (INESC TEC LA – LIAAD) https://www.inesctec.pt/seja-nosso-colaborador/bolsas-inesctec/AE2017-0236/ Descrição do Trabalho: A indústria petrolífera, na fase de Exploração e Produção (E&P) de petróleo e gás natural, obtém grandes volumes de dados originários de diversas fontes. A análise destes dados, através de inteligência computacional, é crucial para auxiliar as decisões dos intérpretes. O objetivo principal deste trabalho é desenvolver um sistema de segmentação e classificação dos tipos de rocha encontrados na crosta terrestre usando dados recolhidos durante a exploração de uma bacia portuguesa.
  • Referência: AE2017-0237 (INESC TEC LA – CRAS) https://www.inesctec.pt/seja-nosso-colaborador/bolsas-inesctec/AE2017-0237/ Descrição do Trabalho: Desenvolvimento de robot autónomo para exploração de minas inundadas com integração de sensores, sistema de perceção e navegação, sistema de controlo e exploração. Inclui projeto de sistemas e implementação, testes e produção de documentação técnica e de publicações científicas. Integração em equipa com valências de desenvolvimento mecânico, projeto e implementação de soluções de hardware avançadas, visão artificial, navegação e fusão sensorial, processamento embebido e desenvolvimento de software.
  • Referência: AE2017-0241 (E2Web – CESE) https://www.inesctec.pt/seja-nosso-colaborador/bolsas-inesctec/AE2017-0241/ Descrição do Trabalho: Este projeto analisa avanços tecnológicos, cadeias de valor e configurações de negócio na aeronáutica moderna, num contexto de crescente complexidade e incerteza. O foco do estudo é o caso Português e pretende compreender e contribuir para a criação e evolução de um cluster da indústria aeronáutica em Portugal, assegurando que as empresas Portuguesas se podem tornar centros de excelência no setor.
  • Referência: AE2017-0242 (iMAN-3 – CRIIS) https://www.inesctec.pt/seja-nosso-colaborador/bolsas-inesctec/AE2017-0242/ Descrição do Trabalho: Até recentemente existiam apenas dois tipo de estruturas mecânicas para robôs industriais: estrutura série e estrutura paralela, ambas interligadas mecanicamente. Foram desenvolvidas também algumas experiências com braços flexíveis, mas os desenvolvimentos de novas estruturas não saíram dos laboratórios para as fabricas.
  • Referência: AE2017-0243 (iMAN – CESE) https://www.inesctec.pt/seja-nosso-colaborador/bolsas-inesctec/AE2017-0243/ Descrição do Trabalho: Vários governos europeus anunciaram as suas estratégias nacionais para a quarta revolução industrial, também chamada Indústria 4.0. Este projeto tem como objetivo desenvolver métodos e ferramentas para a disseminação das Tecnologias de Manufatura Avançadas propostas na Indústria 4.0 em empresas industriais.
  • Referência: AE2017-0245 (NanoStima-RL1-1 – CAP) https://www.inesctec.pt/seja-nosso-colaborador/bolsas-inesctec/AE2017-0245/ Descrição do Trabalho: O projeto tem como objetivo o desenho, teste e implementação de pinças óticas fabricadas por tapers As tarefas a realizar incluem: – Fabricação de tapers em fibra por CO2 – Caracterização de tapers e estudo da geometria das pontas – Demonstração do protótipo em meios aqueosos.

Os anúncios, em português, podem também consultar-se em www.inesctec.pt na secção “SEJA NOSSO COLABORADOR”.

Ficaremos gratos se nos ajudarem a publicitar estas oportunidades no vosso Centro Tecnológico/Universidade e delas derem conhecimento a potenciais interessados.

Oferecemo-nos para, em retribuição, também publicitar as oportunidades que desejem divulgar.

Gratos pela cooperação que nos puderem prestar.

Com os melhores cumprimentos,

Ana Rita Cardoso

A CAPES passa a exigir o ORCID nas submissões, você tem um?

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) solicitará, dos candidatos a bolsas e financiamentos de seus programas internacionais, um código de cadastro na ORCID (Open Research and Contributors Identification, ou Identificação Aberta de Pesquisa e Colaboradores).

Gratuito, o número ORCID é um “nome” digital permanente para identificação de pesquisadores. O código tem 16 dígitos e é único para cada pessoa. Essa característica impede ambiguidades na identificação de autores e colaboradores em publicações ou em instituições. Seu funcionamento é semelhante ao Digital Object Identifier (DOI), código para objetos como artigos científicos, teses e dissertações.

A adoção do código é uma tendência mundial das organizações ligadas a pesquisa. Em 2015, um grupo de grandes editoras científicas passou a exigir o código no processo de submissão de artigos científicos. Isso é possível porque o identificador pode ser utilizado para inscrição em processos seletivos e submissão de trabalhos em periódicos acadêmicos em diversas plataformas.

Quem se inscreve na ORCID, além de receber o código, conta com um espaço para construir um perfil de sua produção e sua trajetória profissional, semelhante a um currículo.

Com a adoção do identificador, a CAPES pretende aperfeiçoar requisitos de seleção e a avaliação de resultados dos programas.
“Queremos acompanhar a evolução acadêmica daqueles que recebem apoio financeiro. Por meio do identificador ORCID, conseguimos relacionar pesquisadores a seus trabalhos de modo confiável, de maneira a ter uma ideia mais precisa da eficácia de nossas ações”, explica a diretora de Relações Internacionais da Capes, Concepta Mcmanus.

No entanto, a inscrição no ORCID não vai substituir o Currículo Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também é exigido nas candidaturas aos programas internacionais da CAPES.

Um monstroNão, um ORCID não é um dos fantásticos animais do mundo da magia que encontramos no filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Mas é um objeto ainda extranho e pouco conhecido. Vocês têm CPF, RG e outros códigos de identificação. O CNPq exige o CPF para os CV Lattes, mas o que isto significa no resto do mundo? A desambiguação de nomes de autores é um problema bem conhecido em mineração de dados. Para resolver este problema foi criado o código ORCID que é uma forma de identificar univocamente quem você é para a comunidade científica. Você já tem um? Veja, a seguir, a introdução ao assunto. Logo depois crie seu ORCID. O meu é 0000-0002-9166-8801.

Como pesquisadores e acadêmicos, vocês enfrentam o constante desafio de distinguir suas atividades de pesquisa de outras pessoas com nomes semelhantes. Você precisa ser capaz de anexar de forma fácil e única sua identidade a objetos de pesquisa como conjuntos de dados, equipamentos, artigos, histórias na mídia, citações, experimentos, patentes e cadernos. Conforme você colabora entre disciplinas, instituições e fronteiras, tem de interagir com um crescente número e diversidade de sistemas de informação de pesquisa. Sempre ficar inserindo dados pode levar tempo e muitas vezes é frustrante.

O ORCID é um esforço orientado pela comunidade, aberto e sem fins lucrativos para criar e manter um registro de identificadores únicos de pesquisadores e um método transparente de conectar as atividades e resultados de pesquisas a estes identificadores. O ORCID é único em sua capacidade de alcance interdisciplinar, setores de pesquisa e fronteiras nacionais. É um ponto de encontro que conecta pesquisadores e pesquisa através da inserção de identificadores ORCID nos fluxos de trabalho chave, como manutenção de perfil de pesquisa, envio de manuscritos, solicitação de bolsas e solicitações de patentes.

O ORCID fornece duas funções principais: (1) um registro para obter um identificador único e gerenciar o registro das atividades e (2) APIs que suportam a comunicação e autenticação de sistema a sistema. O ORCID torna seu código disponível sob uma licença de fonte aberta, e irá postar um arquivo de dados públicos anual sob uma renúncia CC0 para baixar grátis.

O Registro ORCID está disponível sem nenhum custo a indivíduos que mantêm um identificador ORCID, gerenciam seu registro de atividades e pesquisam por outros no Registro. As organizações podem se tornar membros para conectar seus registros aos identificadores ORCID, atualizar os registros ORCID, receber atualizações do ORCID e registrar seus colaboradores e alunos para identificadores ORCID.

Os registros ORCID mantêm informações não sensíveis como nome, e-mail, organização e atividades de pesquisa. O ORCID entende a necessidade fundamental dos indivíduos de controlarem como seus dados são compartilhados e fornece ferramentas para gerenciar a privacidade dos dados. Tomamos medidas para proteger suas informações, consistentes com os princípios estabelecidos em nossa Política de Privacidade, que possuem a intenção de estarem em cumprimento com os Princípios Safe Harbor Principles emitidos pelo Departamento de Comércio dos EUA.

Crie seu código!

Candidatos ao Doutorado em Computação – UFRGS

 

Logo da UFRGS

Doutorado

O ingresso do aluno no Doutorado em Ciência da Computação pressupõe o vínculo a um professor orientador estabelecido já no processo seletivo. O objetivo é fomentar o início do trabalho de pesquisa de doutorado o mais cedo possível.

Não há disciplinas obrigatórias para todos os alunos, já que o Programa inclui um espectro bem amplo de linhas de pesquisa. O elenco de disciplinas é construído de forma a garantir que cada aluno curse disciplinas consideradas básicas em sua linha de pesquisa e ainda tenha liberdade para escolher, em comum acordo com seu orientador, disciplinas avançadas que venham a complementar sua formação como pesquisador. É oferecido um número razoável e adequado de disciplinas de Tópicos Especiais, algumas visando aproveitar a vinda de professores visitantes ou a exploração de temas novos, antes de oferecê-los como disciplinas regulares.

Requisitos específicos do doutorado, preliminares ao trabalho de tese propriamente dito, são: (1) um Exame de Qualificação em Abrangência, na forma de uma prova escrita, e (2) uma Proposta de Tese que, apresentada ao término dos 2 primeiros anos de curso, corresponde a um detalhamento do projeto de tese.

O PPGC dispõe, a cada ano, de de diversas bolsas de estudo. A maioria das bolsas são provenientes das agências de fomento (CAPES e CNPq), gerenciadas pela coordenação do curso. Há também bolsas do CNPq e de projetos ligados a empresas gerenciadas diretamente pelos orientadores.

A Comissão de Pós-Graduação considerará os seguintes critérios na elaboração da lista de candidatos selecionados (mais detalhes no anexo deste edital):

  • Experiência profissional, atividades de pesquisa e trabalhos anteriores, avaliados mediante análise de Curriculum Vitae e de cartas de recomendação;
  • Análise do plano de trabalho;
  • Bom desempenho acadêmico avaliado mediante análise do Histórico Escolar da graduação e/ou pós-graduação e nota obtida no POSCOMP, caso tenha sido realizado;
  • Desempenho do candidato em uma entrevista com uma comissão formada por professores orientadores do programa.

Meus projetos como orientação para candidatos

Calendário 2 de 2017

01/09 a 25/10/2017 Período de inscrição ao Doutorado
27/10/2017 Data limite para confirmação dos pagamentos da taxa de inscrição e recebimentos das cartas de recomendação
09 a 21/11/2017 Período de realização das entrevistas
28/11/2017 Divulgação dos candidatos selecionados
28/11/17 a 02/12/2017 Período para apresentação de recursos
08/12/2017 Data limite para confirmação dos selecionados

Edital

As Universidades se esqueceram que são IES – Instituições de Ensino Superior

UniversidadeHoje as Universidades avaliam seus professores quase que exclusivamente por suas atividades de pesquisa e por suas publicações. Tenho escrito sobre a avaliação na pós-graduação, mas agora vou começar a tratar um pouco da avaliação dos professores na graduação e na missão das Universidades. Acredito que a atual forma de avaliação é uma decorrência do modelo de Universidade Humboldtiana, mas isto fica para um próximo texto.

É preciso entender o que é uma Universidade. Há bastante tempo publiquei uma crônica sobre “Deem Tempo para a Universidade Pensar ou os modelos de Universidade” onde já tratava do assunto. Recentemente voltei ao mesmo assunto, mas o tema é recorrente. Vou copiar parte daquele texto.

A university is an institution of higher education and research, which grants academic degrees at all levels (bachelor, master, and doctorate) in a variety of subjects. … The word university is derived from the Latin Universitas Magistrorum et Scholarium, roughly meaning “community of masters and scholars“.Wikipedia

[A Universidade é uma instituição de ensino superior e de pesquisa que concede graus acadêmicos em todos os níveis (graduação, mestrado e doutorado) em uma gama de temas. … A palavra universidade é derivada do latim Universitas Magistrorum et Scholarium, que significa “comunidade de mestres e acadêmicos”.]

O cientista Carl Sagan (falecido), para os obcecados por bibliometria anexo ao final seus dados, escreve em seu livro “O Mundo Assombrado pelos Demônios” onde trata da ciência e das crendices e pseudo-ciência escreve:

Na Universidade de Chicago, também tive a sorte de participar de um programa de educação geral planejado por Robert M. Hutchins, em que a ciência era apresentada como parte integrante da magnífica tapeçaria do conhecimento humano. Considerava-se impensável que alguém desejasse ser físico sem conhecer Platão, Aristóteles, Bach, Shakespeare, Gibbon, Malinowski e Freud _ entre muitos outros. Numa aula de introdução à ciência, a visão de Ptolomeu de que o Sol gira ao redor da Terra era apresentada de forma tão convincente que alguns estudantes se flagravam reavaliando seu compromisso com a teoria de Copérnico. No currículo de Hutchins, o status dos professores não tinha quase nada a ver com a sua pesquisa; inflexivelmente ao contrario do padrão moderno da universidade norte-americana , os professores eram avaliados pelo seu ensino, pela sua capacidade de informar e inspirar a próxima geração. Nessa atmosfera inebriante, consegui preencher algumas das muitas lacunas na minha educação. Grande parte daquilo que era profunda- mente misterioso, e não apenas na ciência, tornou-se mais claro. E também testemunhei em primeira mão a alegria que sentem aqueles que têm o privilégio de revelar um pouco do funcionamento do Universo. Sempre fui grato aos meus mentores dos anos 50, e tentei me certificar de que cada um deles soubesse do meu apreço. (ISBN 85-7164-606-6, P. 15)

Esta é uma indicação clara entre um pesquisador e um Cientista. As nossas Universidades se esqueceram que são Instituições de Ensino e que a pesquisa é uma forma de qualificar seu Ensino. Certamente em tópicos precisos, fundamentais ou tecnológicos podemos gerar contribuições excelentes, mas somos Professores. Um assunto para meditação.

Em um artigo na Folha de São Paulo Adalberto Fazzio e Sidney Jard Da Silva sobre a “Universidade do Século 21” aparece esta citação de Max Weber:

No início do século passado, o renomado sociólogo alemão Max Weber observou que somente por acaso se poderia encontrar em um mesmo homem as vocações de cientista e professor. Apenas em situações fortuitas teríamos a felicidade de entrarmos em uma sala de aula e depararmos com o acadêmico igualmente “vocacionado” para o ensino e para a pesquisa”.

Eu havia tratado deste assunto em um texto de 2010 “Carreiras nas Universidades“, acho que está na hora de rediscutirmo o tema.

Afinal qual é a missão de uma Universidade? Tentem esta consulta no Google sobre sua Universidade preferida: “missão <nome da universidade>”, verão que muitas não apresentam claramente sua missão. Listo, a seguir três que encontrei:

UFMG

Gerar e difundir conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais, destacando-se como instituição de referência nacional, formando  indivíduos críticos e éticos, com uma sólida base científica e humanística, comprometidos com  intervenções transformadoras na sociedade e com o desenvolvimento socioeconômico regional e nacional.

PUC Rio

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro é uma instituição comunitária de Educação Superior, de acordo com Portaria 679, de 12/11/2014, da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, filantrópica e sem fins lucrativos, que visa produzir e propagar o saber a partir das atividades de ensino, pesquisa e extensão, tendo por base o pluralismo e debates democráticos, objetivando, sobretudo, a reflexão, o crescimento e enriquecimento da sociedade.

Missão da UFSCar

Missão da UFSCar: Produzir e tornar acessível o conhecimento. Como afirmado no PDI (2005) – PDI apresentado segundo o formato SPIEnS/MEC para o período de 5 anos – não é incomum confundir-se a missão da universidade pública com as suas atividades-fim: o ensino, a pesquisa e a extensão. São estas três atividades que, de forma indissociada, dão concretude à missão da universidade de produzir e tornar acessível o conhecimento. Nesta conceituação sintética o tornar acessível envolve tanto a formação dos alunos como a interação com os diferentes segmentos da sociedade para o compartilhamento e (re)construção do conhecimento.

Afinal parece que a real missão é a formação de alunos sendo que a interação humboldtiana da pesquisa com o ensino tem por objetivo a Formação de Recursos Humanos. Grande parte de nossa crise como nação é esta falta de formação em grande escala de recursos humanos de alta qualidade. Será que esquecemos da nossa missão?


Query Source Papers Citations Cites_Year Cites_Paper h_index g_index
Carl Sagan Google Scholar 987 26420 184.76 26.77 72 152

An open letter from women of science


Recebi este texto de colegas dos USA. Considero importante sua divulgação. Para informações mais detalhadas há este link:

WOMEN IN SCIENCE – JOIN US


Mulher Science is foundational in a progressive society, fuels innovation, and touches the lives of every person on this planet. The anti-knowledge and anti-science sentiments expressed repeatedly during the U.S. presidential election threaten the very foundations of our society. Our work as scientists and our values as human beings are under attack. We fear that the scientific progress and momentum in tackling our biggest challenges, including staving off the worst impacts of climate change, will be severely hindered under this next U.S. administration. Our planet cannot afford to lose any time.

In this new era of anti-science and misinformation, we as women scientists re-affirm our commitment to build a more inclusive society and scientific enterprise. We reject the hateful rhetoric that was given a voice during the U.S. presidential election and which targeted minority groups, women, LGBTQIA, immigrants, and people with disabilities, and attempted to discredit the role of science in our society. Many of us feel personally threatened by this divisive and destructive rhetoric and have turned to each other for understanding, strength, and a path forward. We are members of racial, ethnic, and religious minority groups. We are immigrants. We are people with disabilities. We are LGBTQIA. We are scientists. We are women.

Across the globe, women in science face discrimination, unequal pay, and reduced opportunities. Our work to overcome the longer-term degradation of the role science plays in society did not start with this election, but this election has re-ignited our efforts. As women scientists, we are in the position to take action to increase diversity in science and other disciplines. We resolve to continue our pursuits with renewed passion and to find innovative solutions to the problems we face in the U.S. and abroad. Together, we pledge to:

  • Identify and acknowledge structural inequalities and biases that affect the potential of all individuals to fulfill their goals;
  • Push for equality and stand up to inequality, discrimination, and aggression;
  • Push to strengthen the support for traditionally under-represented groups to fully participate in and become leaders in science;
  • Support the education and careers of all scientists;
  • Step outside of our research disciplines to communicate our science and engage with the public;
  • Use every day as an opportunity to demonstrate to young girls and women that they are welcome and needed in science;
  • Set examples through mentorship and through fostering an atmosphere of encouragement and collaboration, not one of divisiveness;
  • Use the language of science to bridge the divides that separate societies and to enhance global diplomacy.

Today, we invite the women in science and our colleagues to declare our support to each other and to all minorities, immigrants, people with disabilities, and LGBTQIA. Our scientific work may be global, yet we will take action in our own communities and we will work towards an inclusive society, where science and knowledge can be embraced and everyone has the opportunity to reach their potential.

AS WOMEN IN SCIENCE, AS ROLE MODELS TO YOUNG GIRLS AND WOMEN, AS LEADERS IN OUR COMMUNITIES, WE ACCEPT THIS CHALLENGE. JOIN US

Nova métrica para avaliar pesquisadores

Como venho discutindo há bastante tempo a avaliação mono-dimensional de pesquisadores por artigos publicados é uma técnica reducionista que gera muitas distorções. Certamente métricas são importantes como auxiliares para o processo de avalição, mas não podemos ser governados por algoritmos. Agora surgiu uma nova métrica importante: 

Em 2015, Mena-Chalco e colaboradores propuseram em um artigo científico um novo indicador, o índice-h genealógico, para avaliar o êxito de um cientista na tarefa de formar sucessores. Um pesquisador com índice-h genealógico 5 é aquele que teve ao menos cinco “filhos” acadêmicos (orientandos), sendo que cada um deles orientou pelo menos cinco pesquisadores. “Trata-se de uma proposta de indicador para avaliar a fecundidade acadêmica de um pesquisador”, diz.

 Gostei da proposta, pois indica de forma clara a capacidade de geração de novos pesquisadores e a responsabilidade social de um profesor/pesquisador. O desenvolvimeto da ciência no Brasil ainda depende essencialmente da formação de pesquisadores de alta qualificação e em nível de conhecimento de ponta. No artigo Galhos e raízes da árvore da ciência da Revista Pesquisa da FAPESP há uma resenha mais completa sobre o tema.

Os Inovadores {Walter Isaacson} 2014


Está ocorrendo uma grande discussão sobre o papel da Inovação no desenvolvimento econômico do Brasil. Muitos pensam que a vontade de inovar é suficiente para o sucesso. Recomendo fortemente este livro que faz uma análise em profundidade de alguns dos maiores responsáveis pela revolução digital. Uma conclusão que podemos tirar é que, além da capacidade e tenacidade dos Inovadores, toda uma cultura e visão de investidores é necessária para que as inovações sejam incorporadas na cultura social e que tragam resultados econômicos relevantes.

 Os inovadores‘ conta a história das pessoas que criaram o computador e a Internet. Quais foram os talentos que permitiram a certos inventores e empreendedores transformar suas ideias visionárias em realidade? O que os levou a seus saltos criativos? Por que alguns conseguiram e outros não? Num abrangente panorama histórico, Isaacson conecta as personalidades fascinantes que criaram a nossa revolução digital.